Revisado por Dr. Eduardo Gentil · Fisioterapeuta · CREFITO-11 387451-F
Fisioterapia pélvica na gestação e no pós-parto: corpo e saúde emocional
O que a fisioterapia pélvica faz na gravidez e no pós-parto, quando começar, e por que cuidar da saúde emocional junto. Fisio Gentil, Asa Norte e Asa Sul.

A gestação e o pós-parto mexem com o assoalho pélvico, a postura, a respiração e também com as emoções. A fisioterapia pélvica cuida da parte física dessa travessia: prepara o corpo para o parto, trata dores e ajuda a recuperar a função depois. Mas muitas mulheres chegam ao consultório com uma queixa física que vem junto de cansaço extremo, culpa ou ansiedade. As duas coisas merecem atenção.
O que é o assoalho pélvico e por que ele importa
O assoalho pélvico é um conjunto de músculos que sustenta bexiga, útero e intestino, ajuda a controlar urina e fezes e participa da função sexual. Na gravidez, ele carrega o peso crescente do bebê. No parto vaginal, ele estica bastante. Na cesárea, a parede abdominal é que passa por cirurgia. Em todos os casos, o corpo precisa de um tempo de recuperação e muitas vezes de orientação para voltar a funcionar bem.
Na gestação
A fisioterapia pélvica durante a gravidez ajuda em:
- Dor lombar e dor pélvica da gestação, muito comuns a partir do segundo trimestre.
- Consciência do assoalho pélvico: aprender a contrair e, principalmente, a relaxar esses músculos, o que ajuda no período expulsivo.
- Respiração e postura para lidar com a mudança do centro de gravidade.
- Prevenção de perda de urina, que pode aparecer ainda na gestação.
No pós-parto
Depois da liberação médica, a fisioterapia pélvica trata e previne:
- Perda de urina ao tossir, rir ou pegar o bebê no colo. Comum, mas não é normal conviver com ela.
- Diástase abdominal, o afastamento dos músculos retos do abdome.
- Dor na relação sexual e dor na cicatriz de episiotomia ou cesárea.
- Retorno seguro ao exercício, sem pular etapas que sobrecarregam o assoalho pélvico.
O lado emocional do pós-parto
O pós-parto é um período de privação de sono, mudança de identidade e muita cobrança. Tristeza leve nas primeiras semanas é frequente e costuma passar sozinha. Quando ela persiste, se intensifica ou vem junto de ansiedade constante, falta de vontade e culpa, é sinal de que vale procurar ajuda profissional.
O corpo e as emoções se influenciam também aqui. Perda de urina, dor ou um abdome que "não volta" pesam na autoestima e no humor. E a ansiedade aumenta a tensão muscular, inclusive no assoalho pélvico, o que pode piorar dores na região.
Na Fisio Gentil, quando a recuperação física do pós-parto vem acompanhada de esgotamento, ansiedade ou tristeza que não passa, indicamos também o acompanhamento com psicóloga, como a Fernanda Pessoa Ferro (CRP 01/30999), que tem atendimento voltado à gestação e ao pós-parto. Cuidar das duas frentes encurta o caminho de volta ao dia a dia.
Quando começar
- Na gestação: a partir do segundo trimestre, ou antes se já houver dor ou perda de urina.
- No pós-parto: depois da liberação do obstetra, geralmente a partir de 4 a 6 semanas, mesmo sem sintomas, para uma avaliação.
A fisioterapia pélvica é feita em sala reservada, com avaliação individual e plano por fases.
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Tratamento para mulheres e homens, incontinência, dor pélvica, pré e pós-parto, pós-cirúrgico, em sala reservada, com privacidade absoluta. Atendimento particular nas duas unidades.
Quanto custa
Na Fisio Gentil, em Brasília, a consulta de fisioterapia pélvica custa R$ 270.
- Consulta
- R$ 270
Atendimento particular, sem convênio.
Tabela completa de preços e pacotesDr. Eduardo Gentil, fisioterapeuta (CREFITO-11 387451-F), responsável técnico da Fisio Gentil.

